O que a participação protege numa ciência reprodutível?
Na quarta-feira (21/10) fui à Unesp de Botucatu para falar no I Simpósio em Reprodutibilidade e Ciência Aberta. Era um público de faculdade de medicina e um evento sobre rigor: infraestrutura de dados, métodos bem feitos, resultados que podem ser refeitos. Minha fala veio de outro lugar, o da ciência aberta, da ciência cidadã e da participação no processo de pesquisa.
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Roda de conversa na casa do Cardíaco
Uma vivência incrível com terapia integrativa comunitária na Casa do Cardíaco. Uma associação que recebe gente de todo Brasil para fazer tratamentos em São Paulo. Gente de Rondônia, Manaus.... Teve acolhimento, escuta, roda de conversa, alongamento, dança, origami. Ajudei com minha experiencia em Yoga e rodas de conversa. Aprendi muito com todos. Um abraço dona Maria. Fique com Deus também.
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Heurísticas
Heurísticas são métodos que não têm garantias. Mas podem funcionar. Em muitos casos. Nas aulas de sociologia, isso eram modelos mentais -- Weber. Ou seja, sociedades que não existem, mas que servem para análise de outras ----- um parâmetro, para aproximações. Na vida cotidiana, em São Paulo, levar sempre o guarda-chuva. Ligar e desligar o computador. Acreditar na virada em segundo turno.
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‘World café’ em sessão interativa com pesquisadores de Ciência Cidadã
Durante o II Encontro Brasileiro de Ciência Cidadã (EBCC), rolou uma sessão interativa bem dinâmica no formato de World Café: "Contribuições Brasileiras para a Ciência Cidadã: Sentidos Próprios e Reflexões sobre o Sul Global". A ideia da atividade foi reunir pesquisadores e pessoas que atuam na área para pensar a ciência cidadã a partir da nossa própria realidade, questionando modelos prontos.
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Apresentação de trabalho no II Encontro Brasileiro de Ciência Cidadã (II EBCC)
Discussão produtiva sobre os trabalhos realizados no Instituto Nacional de Ciência Cidadã. Decisões terminológicas e seus reflexos -- nem só teóricos, mas de financiamento, de fortalecimento de um debate. Escolhas, nem sempre óbvias, nem sempre teóricas, nem sempre universais -- e nem to falando do paradigma da neutralidade. Às vezes, não vale importar o conflito.
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A comunicação não violenta, sua “utilidade” — e seus limites.
A comunicação não violenta, popularizada no livro de Marshall Rosenberg, nos impele que, quando diante de uma frustração em face da conduta do outro, reconheçamos quais necessidades humanas fundamentais estão sendo violadas (autonomia, respeito, conexão e segurança). Diante disso, fazemos um pedido específico, expressando nossa necessidade: dizemos o que pode ser feito — e não o que deve ser evitado.
De forma prática, a CNV tende a tentar diminuir o efeito da dissonância cognitiva em face de um pedido “negativo”: o cérebro humano é programado para reduzir a todo custo a “dissonância cognitiva” — a perturbação de descobrir que cometemos um erro ou violamos nossos próprios valores. De forma automática e inconsciente, acionamos a autojustificativa para preservar nossa autoimagem moral e inteligente.
Pode ser interessante em alguns casos. Mas é preciso ter um pouco de senso crítico sobre a ideia. Tratar uma relação de dominação como se fosse apenas um “problema de comunicação” (onde bastaria usar a CNV para que tudo se resolvesse) ignora que o outro muitas vezes está jogando um jogo de estratégia e manutenção de privilégios, e não de busca sincera por conexão dialógica.
Sabemos reconhecer a diferença?
Mais reflexões no projeto do Entrelaços: https://chat.whatsapp.com/DKWR4iN5KpRBGHLJ3O8JyQ?s=cl&p=i&ilr=1
(wp.me pc0UMy-T9)
Paper sobre a controvérsia da Hidroxicloroquina, publicado no 'Biosocieties', do grupo Nature. Algmas coisas na academia são protocolares. Esse paper foi de verdade! Um esforço de cinco anos.
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