Chame a família, os amigos e invista na bolsa

Os clubes de investimento são uma escola para quem quer ingressar no mercado de ações. Saiba como é possível minimizar os riscos unindo conhecimentos e recursos com outras pessoas

Adriana Nicacio e Monique Oliveira

A bolsa de valores nunca foi tão acessível. Sobram oportunidades e facilidades, mesmo sem garantia de retorno. A compra pela internet, o home broker, e as supercorretoras facilitam a vida do investidor experiente. Mas o iniciante, antes preso à segurança de aplicações conservadoras, como caderneta de poupança, que tem retorno pré-definido, hoje também pode aplicar em carteiras de ações coletivamente com apenas R$ 100 de cada um. No Brasil, há 25 anos, os clubes de investimento são uma alternativa àqueles que, sem os vultosos recursos do grande investidor e sem o know-how do mercado financeiro, também querem investir na bolsa. Nele, o investidor divide riscos e responsabilidades. Este ano, a queda da Bovespa beira os 10%, o que pode ser uma oportunidade de comprar ações baratas. “Ele sai do perfil conservador e adquire uma experiência poderosa para a compra de ações”, explica José Alberto Netto Filho, professor de educação financeira da BMF&Bovespa. Com um patrimônio líquido na casa dos R$ 10 bilhões, o Brasil conta com mais de três mil clubes de investimento. Compare aplicações e descubra se você está preparado para fazer parte do clube.

Leia mais na Revista ISTOÉ.


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