Paper sobre a controvérsia da Hidroxicloroquina, publicado no ‘Biosocieties’, do grupo Nature.

Esse artigo foi sofrido. Cinco anos de revisões, muita conversa, sem financiamento.

 

Uma análise exaustiva, feita na raça.

 

A discussão surgiu num grupo de comunicadores de ciência durante a pandemia, a RedeComCiência. E eu liderei um time de corajosos que toparam seguir essa controvérsia comigo.

 

A interação interdisciplinar, de instituições de lugares diferentes, todo mundo muito ocupado, entre projetos. E finalmente saiu!

 

Um post sobre essa análise mais adensada segue depois. Por hora, só felicidades e agradecimentos aos colegas que não desistiram comigo.

 

Algumas coisas na academia são protocolares. Esse paper foi de verdade! Obrigada à Diogo, Syl e Takata por essa 🙂

 

Aqui:
Batista de Oliveira, M., Affonso da Silva, S.M., Lopes de Oliveira, D. et al. From therapeutic promise to political symbol: hydroxychloroquine, bioscientific governance, and the case for ‘frictional communication’. BioSocieties (2026). https://doi.org/10.1057/s41292-026-00398-1

 

 


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