O objeto da palavra

Nos círculos de diálogo, Kay Pranis usa um objeto da palavra: algo simples que passa de mão em mão. Quem segura fala, os outros escutam, sem interromper nem rebater. Quem não quer falar, só passa adiante.

 

Na mesa de fim de ano, isso pode virar uma experiência pequena: uma fruta, uma colher, uma pedra que circula com uma pergunta leve, como “o que este ano te ensinou?” ou “de quem você sentiu falta?”.

 

Não é regra nem solução para o que está difícil. Mas quem sabe…

 

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